quarta-feira, 9 de setembro de 2015


Houve, em tempos, um caderno. Sem nome, sem número. Talvez tivesse mesmo de ter sido assim porque acabei por queimá-lo. Entreguei-o à inexistência das coisas. Chamemos-lhe o caderno zero, aquele que existiu para ser esquecido, para se tornar inexistente, porque não foi nunca lido por ninguém a não ser pela pessoa que o escreveu - eu.

7 comentários:

  1. Foi como uma espécie de libertação esse caderno, para depois poderes avançar!

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  2. Olá amei o cantinho!!!!!!!!!! Seguindo!!!!!!!!!
    http://gigicandy29.blogspot.com.br/

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  3. Acho que no fundo, todos nós já tivemos esse caderno zero. Uns - como tu - queimaram-no. Outros fecharam-no a sete chaves numa caixa que ninguém consiga abrir. Outros ainda deixaram-no esquecido algures. Mas é e será sempre o primeiro caderno. Aquele que guarda nas suas páginas um pedaço de nós. :)

    r: Muito obrigada pelo teu apoio, minha querida. Não imaginas o quão bom é ter a perceção que ainda há esperança para mim. Obrigada mesmo :') E fico feliz por saber que tu conseguiste dar a volta e que agora tens amigos dignos desse nome!

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  4. Quando escrevemos, libertamo-nos de nós mesmos.

    Gostei do teu cantinho querida.

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  5. Descobri-te e adorei :D beijocas, lyccat :)

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Obrigada pela tua visita :)