segunda-feira, 18 de maio de 2015

Tememos a vulnerabilidade ao mesmo tempo que a procuramos


Afeiçoamo-nos aos lugares e às pessoas quando mais precisamos deles.
Afeiçoamo-nos às nossas (novas) vidas depois de mudanças que nos assolam! 
Somos assim mesmo. Porque precisamos de olhar para o futuro para poder matar o passado. Precisamos de promessas, desejos e sonhos férteis depois de traições, mágoas e pesadelos fantasmas que nos mancham e fazem murchar o coração. Porque é nossa natureza procurar um porto de abrigo que nos console e que nos mime! Porque somos assim, quer queiramos, quer não. 
Tememos a vulnerabilidade ao mesmo tempo que a procuramos. Tememos desilusões ao mesmo tempo que procuramos confiança! Somos feitos de uma poeira qualquer cheia de paradoxos, antíteses e outros contrastes e contrários que nem imaginamos!

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