quarta-feira, 22 de abril de 2015

Enganar a Saudade


Presumo que seja bom sentir saudade. Significa que valeu a pena! Significa que aquilo que vivemos em tempos ficou escrito nas nossas memórias e pintado nos nossos corações… mas, caramba, tem a felicidade de ser tão dolorosa?
É fantástico ser feliz! É fantástico vivermos felizes com pessoas felizes! Mas quando perdemos as pessoas da nossa felicidade, tudo morre para nós. Percebemos que o que conta na vida são mesmo os momentos em que sentimos o amor. Damos conta que nada nem ninguém é eterno! E nasce uma súbita tristeza que não sabemos apagar! Perguntamos ao cosmos porque é que não nascemos nós ensinados a dar mais valor e a amar mais e a perdoar mais, porque não são só os erros que permanecem. As pessoas que os cometeram e que, simultaneamente, amamos também esperam pelo nosso perdão. Também o amor espera por nós! E se, por teimosia, orgulho ou outra coisa qualquer, sem saber que nome lhe chamar, não perdoamos, então seremos nós quem está a errar sem saber. Será mais tarde que nos aperceberemos deste nosso erro fatal!
E como se engana a saudade eterna? (Sim, enganar! Porque matar definitivamente não se consegue).
Eu engano a Saudade a escrever para ti, como se um dia me fosses ler!

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Disseram-me: «Coimbra fica-te bem!»


Coimbra fica-me bem porque me faz sorrir!
Coimbra fica-me bem porque me deu a conhecer pessoas magníficas... que eu nem sabia que existiam, o que faz de mim uma pessoa privilegiada por conhecê-las!
Coimbra fica-me bem porque me dá dias de vida e noites inesquecíveis...
Coimbra fica-me bem porque me inspira.
Coimbra fica-me bem porque me dá motivos para escrever...
Coimbra fica-me bem porque é uma cidade que (en)canta!
Coimbra fica-me bem porque há histórias inundadas no Mondego que voltam à superfície às ordens da cidade...
Coimbra fica-me bem porque me deixa e me faz cada vez mais feliz!
Coimbra fica-me bem  e eu fico bem em Coimbra!