terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Efémero?


Queria que alguns momentos se tornassem infinitos e vivessem dentro de mim!
Apetecia-me imortalizar tantas pequenas coisas... sabem... aquelas coisas que não fazem sentido absolutamente nenhum, mas que quando partilhadas com a(s) pessoa(s) certa(s) são tudo para nós!
Tinha tanta vontade de entrelaçar recordações com os meus dedos, no meu coração, e deixá-las lá, para o colorirem quando a Saudade o desbota.
Gostava de guardar os sorrisos de amigos nos meus pulmões, para me ajudarem a respirar quando a tristeza me sufoca.
Adorava ter uma caixinha sem fundo dentro de mim para poder guardar pedaços (e)ternos de quem por mim passa.
Agora, enquanto escrevo a minha nova infância, gravo Coimbra no meu mundo, para que faça parte de mim, ou para que faça eu parte dela.

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