quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Que seja eu em prosa! Ou em poesia!

Do muito que tenho escrito em Coimbra
(Fotografia da minha autoria. Por favor, não a utilizar sem autorização prévia.)
Esta noite vou escrever até cansar as palavras! Vou escrever até não poder mais, até os meus dedos implorarem por repouso. Vou escrever sobre mim, sobre a chuva, sobre a cidade, sobre os outros e sobre mim outra vez! 
Vou ficar acordada à espera dos pensamentos, das memórias e quimeras. 

Pela primeira vez, vou escrever para mim e para o meu sonho! Que seja espontâneo aquilo que cair com tinta sobre o papel. Que seja verdadeiro e não apenas mais (um pedaço de) uma história mais ou menos inventada... Que seja eu em prosa! Ou em poesia! Mas que seja eu. 

Depois de o escrever, lê-lo-ei. E aí será como ter um espelho à minha frente.Ver-me com os meus olhos, mas através de palavras! E sei que aquilo que penso que vou ver é totalmente diferente daquilo que realmente vou ler e deveras diferente daquilo que os outros vêem em mim! Mas não me vou importar! Preciso de saber o que penso, como penso e porque o penso! Só assim me posso conhecer.

Esta noite vai ser assim até que a alvorada me faça parar. Esperarei pelo nascer de uma luz que me acorde deste sono que é meu! 

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