quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Caçadora de gritos


Só me apetece gritar em cima das costas do mundo e roubar-lhe o vento... Saltar para o seu dorso, fechar os olhos e ouvir-me a gritar. A soltar a minha voz, a vós! Pedir à minha estrela que me abrace e me ajude a amanhecer, no dia seguinte.
Estou cansada. Sinto-me morta por dentro e por fora. Mas a verdade é que há qualquer coisa cá dentro que ainda não morreu. Vive, calada e escondida, à minha espera! Com a leve, ténue esperança de que eu volte. De que eu continue. De que eu viva outra vez.

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