quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Gostava de morrer a ouvir poesia

Numa manhã de sexta-feira
(Fotografia da minha autoria. Por favor, não a utilizar sem autorização prévia.)
Prefiro escrever à noite. Quando todos dormem. Quando o mundo desmaia.
De madrugada, as palavras fluem melhor. Talvez por ser quando me misturo com o sono do mundo, me aglutino com os sonhos dos sonhadores e me deixo navegar pelo rio desconhecido.
...
Amanheço extasiada com o búzio branco e puro que está na minha escrivaninha. Foi uma noite longa e infinita. Não me lembro de nada e sinto como se tivesse vivido tudo. Nevei estrelas e chovi alegrias. Sei que aconteci. Sei que fui eu. Fui eu. Nesta noite!

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